Wednesday, January 31, 2007

Nada é tão

Nada é tanto quanto, mas isso importa? Tudo questão de ser, nessa ciência inexata que é definir o homem, que é se autoanalisar e dizer na lata: sou isso! Quem eu sou? Se eu soubesse! Não vou dizer que pagaria xis pela consulta do analista, que isso é uma questão elitista, pobre se analisa na psicoterapia do joelhaço.

Nasci, cresci e eis me aqui. Se venci? Isso depende... já começamos com uma guerra... perdida, somos pó e ale tornaremos, somos meros, somos simples, somos números, que serão reduzidos a grânulos de poeira cósmica. Ganha-se algums batalhas, intermediárias, perde-se outras tantas, que sei lá, pouco importa, quem vai ficar contanto as perdidas...

Não quero fazer sentido, nem daqui pra lá, nem de lá pra acolá, tanto faz se vou ou se eu venho, não vendo, quer comprar? Sou de pouca importância, sem substância, sou etéreo, quase estéreo, soando aqui e lá, minha voz e o meu eco... eco... eco... eco...